Identifique alguns equipamentos para utilizar na sua indústria

Desde a Revolução Industrial, os parques fabris do mundo só têm avançado. Ano após ano, são lançadas novos equipamentos que prometem resolver um dos principais problemas do ramo industrial na atualidade: a produtividade.

Entretanto, com tantos avanços no mercado, pode ser difícil para os gestores da área se manterem atualizados a respeito das novidades, bem como dos benefícios que elas podem trazer ao seu estabelecimento.

Apesar disso, é fundamental que os profissionais que atuam na área façam este esforço: é um preço pequeno a se pagar pela produtividade.

Felizmente, estamos aqui para te ajudar nesta tarefa. Confira, a seguir, alguns equipamentos que podem ser úteis para tornar a sua indústria mais competitiva perante a concorrência:

  1. Equipamentos: agitadores e misturadores

O papel do setor industrial é transformar matérias-primas em produtos prontos para o consumo, seja do consumidor final ou dos estabelecimentos por ele atendidos.

Muitas vezes, isso não envolve apenas a transformação destes materiais, como, também, sua mescla com outros.

A boa notícia é que existem equipamentos que podem ajudar nesta tarefa: trata-se dos agitadores e misturadores industriais. Disponíveis em diversos modelos, eles são adequados para a realização de procedimentos como:

  • Homogeneização;

  • Mistura;

  • Dissolução;

  • Agitação.

Porém, ao escolher o modelo a ser usado em uma indústria, é preciso ter cuidado: nem todos os tipos de misturadores são adequados para todos os tipos de trabalho. Alguns, por exemplo, são elaborados para mesclar substâncias líquidas, sem partículas sólidas.

Outros, em contrapartida, servem apenas para misturar produtos pastosos, mais viscosos. Alguns dos modelos de misturador disponíveis no mercado são:

  • Misturadores de dupla hélice;

  • Misturadores de dispersão;

  • Misturadores de fita;

  • Misturadores nauta.

Para definir qual é o melhor para o serviço, é preciso analisar principalmente a consistência do que será misturado, e se haverá partículas sólidas na mistura.

  1. Balanças

Contudo, não basta contar com aparatos adequados para misturar, dispersar e homogeneizar misturas: é preciso que elas sejam elaboradas com exatidão, de modo que cada componente esteja presente na quantidade ideal para obter o melhor resultado possível.

Felizmente, isso é simples: basta usar balanças confiáveis e que façam medidas com exatidão. Vale ressaltar que, no contexto industrial, os modelos usados não são os domésticos, mas versões pensadas especialmente para a indústria, que se destacam no quesito exatidão. Improvisos não são bem-vindos: usar uma balança projetada para outros fins pode prejudicar a linha de produção da indústria.

a mesma maneira, é fundamental assegurar que seu funcionamento esteja sempre nos conformes, o que é feito por meio da manutenção de balanças.

É importante que o gestor industrial não se limite aos procedimentos reativos – ou seja, feitos apenas quando um defeito se torna aparente.

Quando uma rotina de cuidados preventivos é realizada, é possível antecipar-se a diversos problemas antes que eles tragam consequências que inviabilizem o pleno funcionamento do equipamento.

Além disso, a manutenção deve ficar nas mãos de profissionais qualificados para tal. Isso é válido especialmente para a calibração de balanças – que nada mais é do que uma verificação que atesta se as medições por ela feitas estão no nível de exatidão padrão do modelo.

Do contrário, o estabelecimento pode ter que arcar com pesadas multas do poder público (especialmente se o equipamento for usado para a venda de produtos ao consumidor final).

  1. Termorresistência

Além da massa dos componentes usados para fabricar um produto determinado, muitas vezes também é preciso manter um rígido controle de sua temperatura. Afinal, caso ela suba ou caia demais o resultado final do processo pode ficar comprometido.

Normalmente, o equipamento usado para realizar este controle é o termômetro. Assim como no caso da balança, há modelos projetados especificamente para uso industrial, podendo ficar imersos em substâncias por períodos prolongados, resistindo tanto a temperaturas muito altas quanto muito baixas.

Porém, nem todos os gestores da área sabem que há outra opção de equipamento para fazer essa aferição: a termoresistência.

Ele funciona com um mecanismo diferente: ele tem como base a variação da resistência de metais em função da hiper ou hipotermia. Por conta disso, eles costumam ser fabricados com materiais como a platina, o níquel e o cobre.

Vale ressaltar que ele oferece uma série de benefícios em comparação ao termômetro comum. Em primeiro lugar, ele é mais exato ao medir a temperatura.

Além disso, um fio de cobre é suficiente para conectá-lo à rede elétrica. Por fim, eles são mais versáteis, e se adaptam a qualquer ambiente.

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