Pelo Brasil, sejamos construtores e não contempladores
Ulisses Rocha (*)
São inevitáveis as comparações entre a juventude de hoje e a de outrora. Vivemos um momento único em nosso país – talvez o maior período democrático de toda nossa história, conseguido através da luta, da dor e do sangue de tantos jovens que um dia sonharam com liberdade.
O momento da luta armada e do conflito passou e hoje as nossas lutas são por emprego, educação de qualidade, segurança, moradia digna, ética, transparência, respeito às diferenças (religião, raça, sexualidade, posição social e tantas outras).
O nosso desafio é de como nos preparar para enfrentar um mundo cada vez mais globalizado, onde cada vez mais as distâncias se encurtam e as informações valem muito.
São tantos os desafios que às vezes nos esquecemos do principal: que as decisões que interferem em nossas vidas são políticas, e que a política deveria refletir os nossos anseios. Se perguntados fôssemos a respeito da situação política do Brasil, com certeza a resposta mais óbvia seria de que a política não nos interessa e que na política só existem políticos corruptos.
Daí vem às seguintes indagações: O que aconteceu? O que aconteceu com a nossa geração de jovens? Será que não há oportunidades para a participação da juventude na política, ou será que não há espaço na juventude para a política?
O fato é que participamos pouco e poderíamos fazer bem mais. Os partidos políticos têm os seus núcleos de juventude, importante espaço de germinação de lideranças, de discussão de idéias e caminhos para o nosso futuro.
Não podemos nos permitir à mediocridade. Devemos ocupar os espaços de construtores e não os de contempladores da história, como diz Renato Teixeira na sua canção “Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz...”.
Vamos construir a nossa história, marcar a nossa geração, transformar o Brasil em um país de oportunidades. Esse deve ser o nosso legado.
Afinal, a luta de tantos não deve terminar na indiferença. A participação é o verdadeiro espírito da democracia.
(*) Presidente Estadual da Juventude do PMDB/MS
Ulisses Rocha (*)
São inevitáveis as comparações entre a juventude de hoje e a de outrora. Vivemos um momento único em nosso país – talvez o maior período democrático de toda nossa história, conseguido através da luta, da dor e do sangue de tantos jovens que um dia sonharam com liberdade.
O momento da luta armada e do conflito passou e hoje as nossas lutas são por emprego, educação de qualidade, segurança, moradia digna, ética, transparência, respeito às diferenças (religião, raça, sexualidade, posição social e tantas outras).
O nosso desafio é de como nos preparar para enfrentar um mundo cada vez mais globalizado, onde cada vez mais as distâncias se encurtam e as informações valem muito.
São tantos os desafios que às vezes nos esquecemos do principal: que as decisões que interferem em nossas vidas são políticas, e que a política deveria refletir os nossos anseios. Se perguntados fôssemos a respeito da situação política do Brasil, com certeza a resposta mais óbvia seria de que a política não nos interessa e que na política só existem políticos corruptos.
Daí vem às seguintes indagações: O que aconteceu? O que aconteceu com a nossa geração de jovens? Será que não há oportunidades para a participação da juventude na política, ou será que não há espaço na juventude para a política?
O fato é que participamos pouco e poderíamos fazer bem mais. Os partidos políticos têm os seus núcleos de juventude, importante espaço de germinação de lideranças, de discussão de idéias e caminhos para o nosso futuro.
Não podemos nos permitir à mediocridade. Devemos ocupar os espaços de construtores e não os de contempladores da história, como diz Renato Teixeira na sua canção “Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz...”.
Vamos construir a nossa história, marcar a nossa geração, transformar o Brasil em um país de oportunidades. Esse deve ser o nosso legado.
Afinal, a luta de tantos não deve terminar na indiferença. A participação é o verdadeiro espírito da democracia.
(*) Presidente Estadual da Juventude do PMDB/MS





